Curitiba: o que esperar para o mercado imobiliário em 2016?

Curitiba: o que esperar para o mercado imobiliário em 2016?

O ano de 2016 está apenas começando, momento propício para colocar os planos, objetivos e investimentos em ação – especialmente o da casa própria. Mas, o que podemos esperar para o mercado imobiliário em 2016?         

O setor imobiliário, assim como todos os outros, também sentiu os respingos da crise econômica pela qual o Brasil vem passando e ainda se fecha na “bolha imobiliária” que, desde 2003 dá evidências de que diversas capitais brasileiras superaram os indicadores de inflação do país.

Em 2007 foi previsto um ajuste de mercado estimado em quatro anos, porém, ainda fica a dúvida. “Naturalmente quando temos uma grande procura por produtos e crédito à disposição, a tendência é de elevação no valor do mesmo”, explica Wagner Guimarães, corretor de imóveis da Apolar Imóveis.

Muitas construtoras, incorporadoras e imobiliárias descartam o uso do termo “bolha” e justificam o efeito devido à alta dos custos, em relação a terrenos e mão de obra. Portanto, fica evidente que neste momento muitos dos interessados na compra de imóveis são incapazes de pagar preços tão elevados e de assumir financiamentos a longo prazo.

Para Guimarães, “a crise econômica realmente colabora para este quadro, mas junto a ela também existem outros fatores, como o fato de uma grande entrega de produtos por grandes construtoras e incorporadoras, fazendo com que as prateleiras fiquem ainda mais cheias. Com isto, ou se oferece atrativos como bons descontos e outros "brindes", ou o cliente pode optar pelas diversas opções na concorrência”.

A probabilidade de que os patamares dos últimos anos não se sustentem, é grande, resultando inclusive na queda do valor do metro quadrado, o que pode vir a ser uma vantagem para quem deseja comprar um imóvel em 2016. “A queda é muito pequena, em média de 1 a 2%. Eu penso que se deve a ajustes e descontos ofertados na hora da negociação final, para que o imóvel venha a ser efetivamente vendido. Isto se faz necessário em um mercado recheado de opções de venda, mas com uma demanda diminuta em relação aos produtos ofertados”, afirma.

Quanto às expectativas para o setor, ”imagino que teremos um ano tão complicado quanto 2015, mas vejo que em 2016 as coisas podem começar a mudar gradativamente. Os meses de janeiro e fevereiro têm dado indícios disto”, já para quem está interessado em comprar, “aconselho a ficarem atentos às oportunidades de negócios que se apresentam em virtude de uma oferta de produtos alta e necessidade de efetivação de venda por parte dos proprietários, agora é a hora de buscar aquele 5% a mais de desconto, ou um diferencial do tipo uma cozinha planejada, pisos e etc.” explica o corretor.

No quesito financeiro, “uma ótima opção para quem ainda pode esperar um pouco mais, é a carta de crédito, infinitamente vantajosa em relação ao financiamento bancário, e não tem outra medida a se tomar a não ser, poupar, apertar a torneira e trabalhar com o seu dinheiro enquanto economiza para a compra do imóvel”.

Para quem deseja colher bons frutos com o investimento, deve saber que “imóvel é um investimento seguro e rentável, por mais que hoje não renda anualmente os seus médios 20% de valorização anual como em anos anteriores, ainda assim sempre vai dar um bom percentual de retorno. Eu não deixaria meu dinheiro parado na poupança”, defende Guimarães.

Outra dica importante é fazer uma boa pesquisa de preços, levando em consideração um fator importantíssimo: localização. No portal Chaves na Mão você encontra as melhores opções de imóveis em diversas regiões do Brasil, tanto para comprar quanto para alugar.

Fonte: obra24horas

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